sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

Uma pequena conversa com o presidente da Comissão Nacional Fundiária.

 Mário Lopes Martins numa conversa para O Ambiente GB, O presidente da Comissão nacional fundiária explico em como a implementação da lei de terra pode ajudar na conservação da nossa floresta.



"Kil ki di nos ten Balur" Slogan da TINIGUENA, Homenageia Augusta S. Henriques sua fundadora.

Em três dias dedicadas aos seus 31 anos a TINIGUENA celebrou, homenageou e agradeceu sua fundadora.

Foram três dias receados de eventos e atividades objetivando as contribuições e legado da Augusta Henriques na conservação e valorização do património natural e cultural na Guiné-Bissau.

Logo no dia 3 de junho realizou-se uma conferencia para ilustras as três grandes dimensões da Mulher que Ela é.

Isabel Almeida da ONG ALTERNAG lembrou Augusta na sua dimensão Associativa; Para nos lembrar da fundadora, na sua dimensão ambiental foi convidado Abílio Rachid Said encarregado de programas de Instituto da Biodiversidade e das áreas Protegidas- IBAP/Dr. Alfredo Simão da Silva; Já para sua dimensão educativa foi encarregue ao próprio Diretor Executivo da Tiniguena Miguel de Barros quem passou antes pelas escolas da mesma organização como membro da e até coordenador da Geração Nova da Tiniguena a GNT.


No segundo dia das celebrações a Tiniguena juntou cerca de duas dezenas de jovens lideres das associações juvenis numa roda de conversa com a homenageada aludindo transmissão de valores e de experiencias de luta e emancipação da menina.

Já para o dia do aniversário da organização dia 5 de junho, o evento teve igualmente três momentos marcantes:

Desde discurso na mesa dois Homens mais "forte" da casa o Presidente do Conselho de Administração e o Diretor Executivo todos frutos da GNT, hoje lideres, tratam se de Didier Samir Monteiro e Miguel de Barros respetivamente.


Intercâmbio entre comunidades da Rede Nacional das Áreas e Territórios de Património Autóctones e Comunitário

Visita de Intercâmbio entre comunidades  da Rede Nacional das Áreas e Territórios de Património Autóctones e Comunitário de Guné-Bissau, Senegal, Guiné Conakry.

A Tiniguena participou nos dias 26 à 30 de junho, numa visita de intercâmbios no Senegal entre as comunidades guardiãs das APACs da Guiné Conakry e Guiné Bissau, com objetivo de contribuir para o fortalecimento dos laços das APACs dos países vizinhos por meio de sessões de intercâmbio, compartilhamento de experiências e desenvolvimento de planos de ação para criar ações conjuntas de advocacia.

As APACs contribuem para a melhoria dos meios de subsistência das comunidades, apesar das disparidades existentes entre elas nos níveis organizacional e funcional, daí a importância de organizar visitas para intercâmbios, entre as comunidades guardiãs, pois permitirá que as comunidades que são guardiãs das APACs dos países vizinhos acima mencionados aprendam e vejam outros modelos de governança.

Espera-se com esta visita de intercâmbio que as experiências e boas práticas das comunidades guardiões sejam  capitalizadas e compartilhadas e que sejam desenvolvidos planos de ação de advocacia.

Esta ação é implementada pela Tiniguena em parceria com a Natural justice, com apoio financeiro da fundação MAVA, GEF_PNUD.


La pêche et l'aquaculture sont une source de santé, de richesse, de sécurité nutritionnelle et d'emplois pour les pays 

Pescado Guineense com mais qualidade.

Com propósito de melhorar a saúde publica Guineense no tocante a consumo do pescado nacional, a direção administrativa de porto de Bandim lançou uma campanha de sensibilização sobre o tratamento  do pescado desde a forma de pescar ate o seu tratamento na terra, nomeadamente conservação e comercialização, anunciou o Diretor de serviço jurídico e contencioso da referida instituição Faustino Arlindo Seco Coiate de Pina, no âmbito de abertura da campanha de sensibilização sobre melhor forma de tratamento de pescados com duração quatro dias.

Bandim garante que a iniciativa vai estender para diferentes portos a nível nacional com o objetivo de formar e sensibilizar os atores que trabalham com os pescados.


WACOM reabilita mercado de produtos agroecológicos

No Ambito do projeto denominado WACOM destinado a melhoria de fileira de manga financiado pela UE e gerido pela UNIDO, as mulheres horticultoras/produtoras agroecologicas viram o seu mercado reabilitado.
Durate Mansoa de Associaçao das Mulheres e Atividade economica AMAE era um homem feliz.
Alanan G. Soares em representaçao do UNIDO/WACOM lembra que para ter a segurança alimentar nao basta organizar a fileira de manga apenas. 



sexta-feira, 22 de novembro de 2024

Elaboração de Política Nacional de luta contra poluição marinha e costeira, reflentindo as convenções internacionais é uma das fortes recomendaçoes do entro de dois dias sobre mangal.


Conscientes da ameaça que a 
tendência de declínio do ecossistema de mangal representa ao país, e o meio ambiente, os atores, a volta de PLANTA, uma plataforma nacional de colaboração discutiram durante os dois dias intensamente e deixaram como principais recomendaçoes os seguintes:

1-                 Políticas ligado à Mangal

Ø    Elaboração de Plano de Ordenamento de Território;

Ø    Elaboração de Política de Gestão Costeira;

Ø    Aprovação e conclusão da lei do Mangal;

Ø    Elaboração de Políticas Nacional de luta contra poluição marinha e costeira, reflentindo as convenções internacionais já ratificadas;

Ø    Efetivar estratégia nacional de restauração;

Ø    Disseminação e alinhamento do plano de desenvolvimento setorial;

Ø    Elaborar plano de ordenamento especial para a paisagem;

Ø    Revisão e atualização da estratégia e a lei do mangal.

Ø    Alinhamento de políticas setorias e regionais;

Ø    Criar, atualizar e implementar plano de desenvolvimento setorial dentro da paisagem; 

2-               Restauração

Ø  Diagnóstico participativo de zonas com potencial de restauração (Cartografia fina das áreas a restaurar, estado de referência da área)/diagnóstico territorial dos sítios da paisagem;

ؠؠ Restauração dos ecossistemas adjacentes a áreas do Mangal. 

      Elaboraçao do plano de restauração do mangal.

Ø  Protocolo de engajamento com a comunidade local.

3-                 Conservação

Ø  Reforçar a implentação do Plano de Gestão;

Ø  Reforçar a conservação das zonas de alimentação e reproduçao das aves aquáticas (IBAs);

Ø  Elaborar as regras de gestão e conservação dos principais núcleos da paisagem com as comunidades locais (microzonagem); 

Ø  Reforçar a estrutura de fiscalização participativa por forma a fazer cumprir as regras estabelicidas;

de lembrar que o encontro foi patrocinado pelo Escritório nacional de Wetlands internacional no ambito de fortalecimento das acçoes de conservaçao e gestao de ecossistemas de mangal.

Mangais têm vindo a ser destruídos para práticas agrícolas, construção de habitaçao, comercio bem como plantação de cajú-Pansau Ndafa

Mais de qaurenta e cinco (45) tecnicos de diferentes instituiçoes publicas e privadas estao reunidos desde ontem em bissau num encontro para elaboração duma proposta de projeto para Guiné-Bissau, baseada nos desafios sobre a restauração, conservação, investigação e apoio ao desenvolvimento das iniciativas locais denominado Progresso para mobilização dos Mangais” organizado pelo gabinete de Wetlands internacional no país.

Ao presidir a cerimonia de abertura ontem 21/11/24 o Director de Gabinete de Planificaçao Costeira (GPC) e presidente de Plataforma de atores de paisagem de mangal "PLANTA", Pansau antonio Ndafa disse que desde a independência, a Guiné-Bissau assumiu-se como um Estado onde as questões ambientais estiveram sempre na primeira linha de prioridades. Essa realidade ocupa um lugar privilegiado na agenda política nacional, no quadro das organizações internacionais, onde a Guiné-Bissau faz ouvir a sua voz, alinhada com os grandes compromissos globais sobre o Ambiente, nomeadamente no que concerne aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e o Acordo de Paris sobre o Clima.

o presidente da PLANTA lembra por outro lado à importância do ecossistema de mangal para a vida humana, na Água, na Alimentação e na Energia têm pelo menos um denominador comum: o Clima. "É evidente que a disponibilidade de água, seja para consumo humano como para outros fins, incluindo os industriais, depende em grande medida das condições climáticas. O mesmo acontece com os alimentos e com a energia, que nos obrigam claramente a promoção duma abordagem de sustentabilidade.

É aqui que entra a importância dos ecossistemas de mangais, pela sua elevada capacidade de absorção de dióxido de carbono, servirem de berçário de peixes e outras espécies marinhas, protegerem a costa de inundações, mas também pelo papel que desempenham na criação de microclimas favoráveis para as aves migratórias, assim como o seu contributo para a maior resiliência das comunidades, em relação aos efeitos nocivos das alterações climáticas.

Raúl Jumpe chefe de gabinete nacional de Wetlands no país fala da importancia do encontro que vai permitir obter um conjunto de informações de forma participativa de diferentes atores da planta que atuam nas paisagens com vista a elaborar uma proposta do projeto que identifique as oportunidades, as necessidades, as ações prioritárias e os investimentos necessários para acelerar e intensificar os esforços de proteção e recuperação dos mangais na Guiné-Bissau.

"Convém frisar que o atelier de hoje vai nos permitir focalizar a nossa atenção em encontrar soluções aos problemas relacionados com os desafios que os mangais nos impõem na Guiné-Bissau nomeadamente, a nível da restauração, conservação, investigação e no apoio ao desenvolvimento das iniciativas locais.

Os mangais são um ecossistema multifuncional e de grande produtividade. Eles fornecem um habitat único para uma ampla gama de plantas, animais, auxiliando as comunidades costeiras na obtenção dos recursos pesqueiros, protegem assentamentos e terras agrícolas de perigos naturais tais como o aumento do nível do mar e erosão costeira.

Na Guiné-Bissau, os mangais foram dizimados essencialmente pela conversão em terras agrícolas, fumagem de pescado, e no uso das atividades domésticas". disse Jumpe.
por seu turno o Encarreegado de programas do instituto da Biodiversidade e das areas protegidas, Tomé Mereck garante que a sua instituiçao enquanto secretariado da Plataforma PLANTA, está totalmente disponível para colaborar e apoiar os esforços de todos os atores na conservação e restauração dos ecossistemas de mangal. "Estamos na década da restauração dos ecossistemas, e acredito firmemente que é essencial promover ações de restauração e para partilhar os avanços da Guiné-Bissau nesta áreaJuntos, vamos garantir que os mangais da Guiné-Bissau continuem a desempenhar seu papel vital no equilíbrio do nosso planeta. fecha Mereck.
De referir que Não obstante a Guiné-Bissau ser um país de tamanho pequeno, com uma área de 36.125 km² e uma população estimada em 1,82 milhões de habitantes, crescendo a uma taxa constante de 2,5%, dos quais 58% vivem em zonas rurais e cerca de dois terços têm menos de 30 anos. O nosso país apresenta uma biodiversidade de relevância mundial. Os compromissos assumidos pelo país relativamente à preservação da biodiversidade deverão ser honrados, a bem da projeção do país na comunidade internacional. Por seu lado, os parceiros do mundo desenvolvido têm a obrigação moral de apoiar, com recursos técnicos e financeiros, as iniciativas de conservação da natureza.

Através dos diferentes Planos de Desenvolvimento já elaborados na Guiné-Bissau, inclusive o DENARP I e II, o TERRA RANKA, no qual estabeleceu dentro dos seus objetivos a promoção do crescimento econômico. Não obstante esforços que estão a serem imprimidas a volta da política ambiental, concretamente na implementação da Estratégia Nacional da Conservação (ENC), elaborado no princípio da década 90, esse crescimento económico terá o seu impacto na perda da biodiversidade e recursos naturais, visto que o país é fortemente dependente dos recursos naturais e dos serviços prestados pelos ecossistemas.

A área de mangal, que abrange cerca de 10% do país, é a 2ª maior do género em África. Do ponto de vista socioeconómico, reflete a baixa pontuação do Índice de Desenvolvimento Humano do país, de 178 em 189 (2019), caracterizada por elevadas taxas de pobreza, com uma média de 65% nas regiões da zona costeira, manifestadas sob a forma de fraco acesso à habitação condigna. A falta de oportunidades de geração de rendimento contribui ainda mais para a pobreza generalizada e para a esperança de vida abaixo dos 60 anos, uma taxa muito inferior à média africana e significativamente inferior à média mundial. As principais atividades de subsistência baseiam-se na exploração dos recursos naturais através da agricultura de subsistência, da pecuária, da pesca e das plantações de caju. Com o drástico aumento da população concentrados nas regiões da zona costeira torna-se no pressão alta sobre os recursos naturais por explorar, consequentemente tornando-se numa ameaça sobre a biodiversidade e em particular sobre ecossistemas dos mangais. 

quinta-feira, 21 de novembro de 2024

Ecossistema de mangal é um dos mais vulneráveis e enfrenta ameaças severas-Tomé Merek

Raúl Djumpe Wetlands; Pansau Ndafa GPC/PLANTA e Tome Merek IBAP
Ao usar de palavra na abertura do encontro de dois dias que junta atores que atuam e ou com interesse no mangal, organizado pela Wetlands internacional nos dias 21 e 22 do mes em curso para elaborar proposta de projeto no ambito da aliança global do mangrofe, o encarregado de programa do Instituto da Biodiversidades e das Areas Protegidas (IBAP-Dr Alfredo Simao da Silva) engenheiro florestal Tomé Merek assegura que o território nacional é coberto por mais de 10% de mangais, um ecossistema vital que oferece inúmeros serviços ao país e à sua população. No entanto, ele enfrenta ameaças severas e é um de mais vulneráveis, embora ao longo dos anos várias ações tenham sido implementadas de forma isolada para proteger os mangais.

Antigo responsavel de complexo Dunlombi-Boe-Tchetchi lembra que "em resposta a essa necessidade de coordenação, em 2020 surgiu a PLANTA - Plataforma sobre Paisagens de Mangal da Guiné-Bissau. Esta plataforma visa promover a colaboração entre todos os atores envolvidos na gestão dos mangais a nível nacional. A PLANTA é uma estrutura de coordenação composta por organizações governamentais e não governamentais, dedicada à gestão sustentável dos nossos ecossistemas de mangal. Sua existência foi formalizada através da assinatura de um Memorando entre o Ministério do Ambiente e da Biodiversidade e a Plataforma Nacional sobre Paisagem do Mangal - PLANTA.

O principal objetivo da PLANTA é promover a partilha de conhecimentos e experiências entre as partes interessadas e desenvolver estratégias conjuntas para proteger os mangais da Guiné-Bissau. Desde a sua criação, o secretariado da PLANTA tem sido gerido pelo IBAP, que tem impulsionado ações através do projeto Arroz e Mangal. No entanto, com a conclusão iminente deste projecto, é essencial definir estratégias para garantir a continuidade e a durabilidade das ações realizadas nos últimos anos.

Neste contexto, foi fundamental consolidar os esforços nacionais dentro de uma plataforma internacional, a Global Mangrove Alliance.

Hoje, nos reunimos para delinear os eixos prioritários da iniciativa MMB - Mobilizando o Avanço dos Mangais, que permitirá identificar oportunidades, necessidades, ações e investimentos prioritários para intensificar os esforços de conservação do mangal levados a cabo pelos membros da PLANTA".

Mereck garante que o IBAP, enquanto secretariado da Plataforma PLANTA, está totalmente disponível para colaborar e apoiar os esforços de todos os atores na conservação e restauração dos ecossistemas de mangal. "Estamos na década da restauração dos ecossistemas, e acredito firmemente que é essencial promover ações de restauração e para partilhar os avanços da Guiné-Bissau nesta área".

Encontro de dois dias organizado pela Wetlands internacional visa elaboraçao de proposta de projeto no ambito de mobilizaçao para conservaçao de mangal.

Conscientes da ameaça que a tendência de declínio do ecossistema do mangal representa para o país e mundo, as partes interessadas atores, estatais e/ou não governamentais, criaram a nível nacional a PLANTA, uma plataforma nacional de colaboração e de ação com o objetivo de federar e tornar mais eficazes as iniciativas postas em prática no país a favor da restauração e da conservação dos mangais. Criado em 2020, a PLANTA tem como objetivo a partilha de conhecimentos e experiências entre as partes interessadas, e o desenvolvimento de estratégias conjuntas para proteger os mangais e assegurar os recursos associados.

sábado, 9 de novembro de 2024

Meu país é rico.

Olhando pela beleza pradisiaca do meu País, ao serviço da conservação com a Bandeira da ODZH em missão conjunta com os parceiros no projeto blue bijagos.

terça-feira, 22 de outubro de 2024

Garantir que as zonas costeiras da Guiné-Bissau continuem a ser uma fonte de prosperidade para populações e ao mesmo tempo que mantenha sua função essencial na conservação da biodiversidade e no equilíbrio ambiental global.

foto arg. O Ambiente GB
Um estudo realizado pela Wetlands International Africa mostra que os ecossistemas de mangal têm múltiplas funções em relação à pesca e aos recursos haliêuticos, desde enriquecimento trófico do meio, viveiro, zona de alimentação, zona de reprodução, entre outros.

A intensidade e o impacto das suas funções na pesca dependem, em grande parte, do seu estado de conservação e da sustentabilidade das práticas ou seja artes de pescatorias.

A pesca tem impactos negativos nos mangais, a vários níveis; ao nível mundial em 22 403 publicações, abrangendo 241 Áreas Marinhas Protegidas (AMP), demonstra que as áreas marinhas protegidas podem melhorar significativamente o sequestro de carbono, a proteção costeira, a biodiversidade e a capacidade de reprodução dos organismos marinhos, bem como as capturas e os rendimentos dos pescadores.

As águas da Guiné-Bissau são particularmente ricas e produtivas em termos de recursos haliêuticos, as estimativas efetuadas pelo centro de investigação CIPA revelam uma biomassa de 579 000 toneladas de peixe, com um potencial de exploração de 291 000 toneladas, das quais 200 000 toneladas de pequenos pelágicos.


O sector das pescas contribui em cerca de 40% para o orçamento nacional, graças às compensações dos acordos de pesca (Ministère de la Pêche, ND; Diouf, 2022).


A Guiné-Bissau possui uma biodiversidade excecional, possui a segunda maior extensão de mangais em África e uma das coberturas florestais mais bem preservadas da sub-região, além disso, o país possui zonas húmidas de importância mundial, que servem como principais locais de invernada para as aves migratórias, as áreas marinhas protegidas (AMP) desempenham um papel crucial na conservação desta biodiversidade única.

O país criou um Sistema Nacional de Áreas Protegidas (SNAP) que cobre mais de 26% do território nacional e gerido pelo Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas (IBAP/Dr Alfredo Simao da Silva).

A importância da pesca, dos mangais e das AMPs na Guiné-Bissau e os benefícios potenciais do reforço das suas ligações, despertou a Wetlands International Africa, e seus parceiros, a unirem forças e desenvolver um projeto sobre o tema.

Daí nasceu atelier com vista a obtenção das informações de forma participativa para elaboração do projeto de pesca baseada numa relação (Pesca, Mangal e Áreas protegidas) cuja abertura dos trabalhos é presidido pelo ministro das pescas e econimia marítima Mario Muzante.

Na sua explanaçao destacou o papel importante de WETLANDS no país ao longo dos seus 24 anos, por outro lado governante assegurou que o encontro visa uma reflexão para efectuar um diagnóstico dos três domínios.

Viriato Cassama ministro do Ambiente Biodiversidade e Acção Climática quem testemunhou ato, alerta que a interligação entre mangais pesca e áreas marinhas protegidas é uma sinergia ecológica puro que se precisa cultivar e reforçar ao longo do tempo.

no seu discurso Na Guiné-Bissau, os mangais representam uma das nossas maiores riquezas ecológicas e sociais. Eles desempenham um papel central na preservação da biodiversidade marinha e na segurança alimentar das comunidades costeiras. Funcionam como berçários para inúmeras espécies de peixes e crustáceos, garantem a renovação dos estoques pesqueiros e oferecem proteção natural contra a erosão costeira e as inundações provocadas pela subida do nível do mar.

As áreas marinhas protegidas, por sua vez, são essenciais para a gestão sustentável dos recursos naturais. Elas criam um espaço seguro para a reprodução das espécies, permitindo que as atividades de pesca realizadas nas zonas adjacentes sejam mais produtivas e sustentáveis ao longo do tempo. Essa interligação entre os mangais, a pesca e as áreas marinhas protegidas é uma verdadeira sinergia ecológica que precisamos cultivar e reforçar.

"Nos últimos anos, o nosso país tem investido em ações concretas para proteger essas riquezas naturais e melhorar a qualidade de vida das comunidades dependentes.

  • Com 26.3% do território nacional classificado como áreas protegidas, a Guiné-Bissau é um exemplo em termos de compromisso com a conservação da natureza. As áreas marinhas protegidas, como o Parque Nacional João Vieira e Poilão e a Reserva da Biosfera do Arquipélago dos Bijagós, são referência na proteção de habitats marinhos e dos mangais.
  • Projetos em parceria com organizações internacionais, como a Aliança Global dos Mangais, têm permitido a regeneração de vastas áreas de mangais degradados e a capacitação das comunidades na gestão desses recursos.
Temos promovido a adoção de práticas de pesca responsável e o reforço das fiscalizações, em cooperação com associações de pescadores, de modo a garantir que os recursos marinhos sejam utilizados de forma equilibrada. 

O atelier que iremos hoje assistir constitui um passo essencial para consolidar um projeto que, além de reforçar as relações entre a pesca, os mangais e as áreas marinhas protegidas, deve criar mecanismos que promovam:

  • A valorização dos benefícios mútuos: A Pesca e a conservação não devem ser entendidas como opostas, mas sim como complementares. Precisamos de soluções integradas que permitam que as comunidades tenham uma participação ativa na gestão dos recursos e se beneficiem dos ganhos da preservação.
  • A criação de alternativas económicas sustentáveis: O turismo ecológico, a aquacultura sustentável e a valoração económica dos produtos oriundos das áreas protegidas são caminhos a explorar.
  • Educação e capacitação: As comunidades e as novas gerações precisam ser equipadas com conhecimentos e ferramentas para garantir a gestão eficiente e sustentável dos recursos naturais no futuro.

Com esta iniciativa, queremos garantir que as zonas costeiras da Guiné-Bissau continuem a ser uma fonte de prosperidade para as nossas populações e ao mesmo tempo mantenham a sua função essencial na conservação da biodiversidade e no equilíbrio ambiental global" finalizou.

Alioune Sall Coordenador subregional da Wetlands começou por saudar particularmente o compromisso contínuo do Governo de Guiné-Bissau na preservação dos ecossistemas cruciais, a liderança dos Ministérios das Pescas e do Ambiente Biodiversidade e da Ação climática tem sido fundamental na implementação de iniciativas e políticas destinadas a proteger manguezais e áreas marinhas protegidas. O engajamento é um pilar para o sucesso dos projetos em andamento e para aqueles que se vai trabalhar juntos. O apoio ativo desses dois ministérios é a prova de que o A Guiné-Bissau está no caminho do desenvolvimento sustentável, em harmonia com a conservação do seu rico património natural.

Raul Djumpe Representante nacional de Wetlands lembra que o atelier é importante, pois vai permitir obter um conjunto de informações de forma participativa de diferentes instituições e atores que atuam de forma direta ou indireta do setor das pescas, tendo em vista modelo tripartido (Pesca, mangal e Áreas protegidas). Permitindo desta feita a toma de decisões de consensual, facilitando a obtenção dos objetivos comuns e consequentemente criação de condições para as conceções de responsabilidade e autonomia dos envolvidos no projeto, em prol do desenvolvimento das comunidades. "Uma mensagem nossa comunidade piscatória do país requer para o seu bem estar social e económico os recursos  pesqueiros recursos. Por isso, os resultados obtidos no presente atelier serão transformados em Projeto do Ministério das Pescas e Economia Marítima, tendo em vista a modelo tripartido (Pesca, Mangais e Áreas Marinhas Protegidas)".

encontro juntou mais de quarenta (40) tecnicos de deferentes instituiçoes estatais, ONGs e comunidades.


segunda-feira, 21 de outubro de 2024

Instituto Marítimo e Portuário (IMP) empenhado para que haja segurança na navegação no país-Gualdino Afonso Té

No âmbito de implementação de acordo de cooperação entre Instituto Marítimo Portuário de Guiné-Bissau e sua congénere de Portugal iniciou hoje em Bissau com duração de três dias curso de introdução à Gestão de Portos e Segurança Marítima.

Falando na abertura do encontro o Secretário-Geral do Ministério dos Transportes, Telecomunicações e Economia Digital Marcelino Pedro Mendes Pereira assegurou que a gestão portuária envolve coordenação e colaboração de várias instituições para assegurar o seu bom desempenho. Tendo lembrado por outro lado que a promoção de qualidade de vida dos trabalhadores e prevenir acidentes é o principal objetivo de segurança no trabalho.

foto familia

Já o presidente do IMP numa entrevista a margem do encontro garante que ainda nao foram restabelecidos os farois mas que em breve serao restaurados no canal de geba garantido mais segurança a navegação, iluminar e orientar  os marinheiros.

Encontro junta trinta e cinco técnicos de deferentes instituições ligados a gestão portuário com a duração de três dias. 


Fotos de Bubacar Seide jornal Donos da Bola.

“Falta dum departamento governamental que coordene de facto as ações de educação ambiental no país é um de handicap para o seu apogeu” assegura técnico ambiental e director executivo da ODZH.

Francisco Gomes Wambar responsavel executivo da Organiza;ao para Defesa e Desenvolvimento das zonas Humidas numa entrevista ao portal O Ambientegb e a Rádio Alternag sobre as comemora;oes da segunda jornada anual de aves migradoras foi provocado a falar ao respeito da educa;ao ambiental no país.

O Tecnico foi perentorio em refer que houve e há muitas acções, mas, que a falta dum departamento governamental que coordene as mesmas está a enfraquecer os esforços das ONGs e individous voltados a conservaçao.

Segundo Wambar enquanto o governo atraves do Ministério da Educaçao nao criar o departamento que coordene as envestidas dos envolvidos e e cojugado pelos mesmos continuará na mesma. muito esforço, grandes iniciativas e açoes, embora dialogando e até consertando de vez enquanto nada feito.

Já numa outra abordagem o ambientalista destacou o papel importante da comunicação social no despertar da conciencia ecologica do cidadao.



sexta-feira, 27 de setembro de 2024

Em curso trabalho de implelentação de forum SPG.


Está a decorrer neste momento a primeira assembleia geral para a criação do forum  SPG Sistema  Participativo de Garantia.



segunda-feira, 23 de setembro de 2024

Guiné-Bissau a caminho de opter o seu proprio Espaço de Concertação sobre Sistema Participativo de Garantia.

A produção agroecológica está a desenvolver-se na Guiné-Bissau com o apoio de atores envolvidos no domínio do desenvolvimento agrícola sustentável.

As organizações da sociedade Civil e publicas estão cientes da necessidade de uma transição da agricultura convencional para agricultura de base ecologica, o que permite um sistema mais sustentável para a pequena propriedade agricola.

A Acção Ianda Guiné Hortas! sob Financiamento da União Europeia implementado pelo Essor e Asas de Socorro no Sector autónomo de Bissau desde 2019, mediante a metodologia de Formação Agrícola Participativa (FAP) baseado na agro-ecologia formou 1400 horticultores/as em boas praticas agro-ecológicas cujo mais de 98% sao mulheres.

Neste sentido os atores interveniente no setor iniciaram uma reflexão transversal sobre o interesse de trabalhar em conjunto para implementar o Sistema Participativo de Garantia (SPG) em Bissau.

Assim sendo, elaboraram um Manual de Procedimento/Funcionamento de SPG (Sistema Participativo de Garantia) que serao objeto de discussao e aprovação de na proxima sexta feira.

Igualmewnte será criados Comités de Ética e de verificaçãodo SPG, na quilo que será a primeira assembleia de SPG na Guiné-Bissau.

Estaram presentes na assembleia ONGs Produtores/as Consumidores e Instituições publica.

Guiné-Bissau á passos largos para se junta a Aliança Mundial de Mangrofe.

A Guiné-Bissau possui a maior proporção de mangais do mundo, com mais de 3.000 km² (quase 10% da sua superfície). Este ecossistema vital alberga uma grande variedade de espécies, protege a linha costeira e proporciona meios de subsistência a cerca de 80% da população do país que diretamente dependem dos recursos da zona costeira.

Infelizmente, estas florestas de mangais diminuíram consideravelmente devido a vários fatores, incluindo a expansão da agricultura da cultura de arroz no solo de mangais na década 80, converteu vastas extensões, deixando para trás terras degradadas. Além disso, práticas não sustentáveis, agricultura itinerante do arroz, a corte excessiva de lenha do mangal para a defumação do pescado de pescadores artesanais, contribuem significativamente para o desaparecimento deste importante floresta costeira.

Conscientes da ameaça que representa esta tendência de declínio deste ecossistema no país, as partes interessadas e os atores, estatais e/ou não governamentais, criaram a nível nacional a PLANTA, uma plataforma nacional de colaboração e de ação com o objetivo de federar e tornar mais eficazes as iniciativas postas em prática no país a favor da restauração e da conservação dos mangais.

Criado em 2020, a PLANTA tem como objetivo a partilha de conhecimentos e experiências entre as partes interessadas, e o desenvolvimento de estratégias conjuntas para proteger os mangais e assegurar os recursos associados. Este trabalho realizado pelas partes interessadas a nível nacional é de grande importância e revela-se complementar à estratégia global da Global Mangrove Alliance (GMA) para a restauração e conservação deste ecossistema a nível mundial.

Para apoiar os esforços em curso na sub-região e na Guiné-Bissau para inverter a degradação dos mangais, a Wetlands International, em coordenação com os principais membros da Global Mangrove Alliance (GMA), propoe a implantação de uma célula na Guiné-Bissau.

Uma iniciativa apoiada pela Conservation International (CI) e pela Fundação Woka, combinada com o financiamento adicional dos projetos existentes da Wetlands International na região, em particular a iniciativa Mangrove Capital Africa (MCA) que abrange a Guiné-Bissau.

Aproveitando existência da PLANTA como complemento dos esforços globais de GMA, fornecendo centros nacionais que permitem aos intervenientes locais, incluindo governos, ONGs, cientistas, sector privado e comunidades, estabelecer relações, desenvolver estratégias, trocar conhecimentos e aumentar conjuntamente os seus esforços de conservação e recuperação em curso. Ao organizar a colaboração à escala nacional, torna-se possível concentrarmo-nos nos detalhes e desafios locais; identificar lacunas técnicas e formas de as colmatar; e desenvolver e trocar boas práticas e lições específicas ao contexto de cada país.

Com a criaçao da célula nacional de mangros que junta todos os membros da PLANTA na Guiné-Bissau, pretende-se acelerar e racionalizar os esforços de conservação e restauração dos mangais.

É neste sentido que se realizou o worksop nacional para a implementaçao da celula nacional de mangros para fazer parte da Aliança Mundial de Mangros como dita as regras.  

 *Mangal 

*Tarrafe 

*Aliança

*Wetlands


terça-feira, 10 de setembro de 2024

Desenvolvimento de um Currículo de Formação em Pesca de Pequena Escala para Futuros Líderes é objeto de formaçao de tres dias em Libéria.

A Autoridade de Pesca e Aquicultura da Libéria (NaFAA) e o Departamento de Ciências da Pesca e da Aquicultura (DoFAS) da Universidade da Libéria (UL), em colaboração com a Universidade Duke, a FAO e a Conservation International (CI) divulgaram a realização de um workshop de formação em pesca de pequena escala (SSF) intitulado: "Desenvolvimento de um Currículo de Formação em Pesca de Pequena Escala para Futuros Líderes - Adotando a Abordagem Global das Colheitas Ocultas Iluminantes para Avaliações,  Análise e Monitorização da Pequena Pesca".

De acordo com um comunicado de imprensa da NaFAA, o Workshop de Pescas, agendado para terça-feira, 10-12 de setembro de 2024, terá lugar em Monróvia e destina-se a ajudar a formar professores e funcionários do Programa de Ciência da Pesca e Aquicultura (FASP) na UL, NaFAA e ONGs envolvidas no setor pesqueiro liberiano.

O objetivo geral do workshop é identificar elementos-chave e apoiar o desenvolvimento de um currículo de Pequena Pesca (SSF), baseado na abordagem global Illuminating Hidden Harvests (IHH), para o FASP usar para treinar estudantes e profissionais nas pescas do país e na região em geral, para gerenciar de forma mais eficaz a SSF e comunicar sua importância aos formuladores de políticas para aumentar a visibilidade e o apoio. Este currículo centrar-se-ia na recolha, análise e divulgação de dados e informações sobre elementos de SSF, com base em elementos relevantes dos currículos e materiais de formação existentes sobre SSF, incluindo as principais abordagens ao estudo da INN.

Ao mesmo tempo, um "Painel de Discussão" sobre "apreciar a gestão pesqueira baseada em evidências e o papel da academia para a gestão sustentável das pescas" será realizado depois de amanha no campus da UL Capitol Hill para aumentar a conscientização sobre o papel fundamental do DoFAS na ciência para apoiar a função de gestão de pescas da NaFAA na Libéria.

O grupo-alvo e os beneficiários são o corpo docente do DoFAS, a divisão de pesquisa e estatística da NaFAA, associações de gestão colaborativa (CMAs), Associação de Pescadores Artesanais da Libéria (LAFA) e ONGs atualmente envolvidas no setor de SSF na Libéria (incluindo organizações que implementam projetos de pesca financiados por doadores). O beneficiário final esperado é o DoFAS. 

traduçao de google duma nota informativa.


segunda-feira, 19 de agosto de 2024

Em África, estão a surgir muitos projectos inovadores para promover a sustentabilidade.

É o caso de Guiné-Bissau, com o seu histórico de conservação bem como ganhos obtidos, e que estão por advir não só do projeto Conectividade Ecológica "visando a melhorar a gestão e a restauração de Ecossistemas no Complexo Dunlombi-boe, Tchetche e nas áreas Transfronteiriças";
Projeto de reflorestação no Senegal visa combater a desertificação e, ao mesmo tempo, criar empregos locais. Na Costa do Marfim, uma iniciativa de gestão de resíduos transforma resíduos domésticos em composto, reduzindo as emissões de metano e melhorando a fertilidade do solo. Estes projetos demonstram o compromisso crescente do continente africano com práticas mais respeitadoras do ambiente.
Tecnologias Verdes: O Futuro da Agricultura Sustentável
A inovação tecnológica desempenha um papel crucial na agricultura sustentável. As startups africanas estão a desenvolver soluções utilizando drones e inteligência artificial para otimizar os rendimentos agrícolas e, ao mesmo tempo, minimizar o impacto ambiental. Além disso, os projetos-piloto em hidroponia e agricultura vertical estão a mostrar resultados promissores, oferecendo alternativas viáveis ​​aos desafios colocados pelas alterações climáticas e pelo crescimento populacional.
Iniciativas Comunitárias para a Economia Circular
As iniciativas comunitárias também estão em destaque, com programas de reciclagem e reutilização de resíduos ganhando impulso em várias cidades africanas. Em Lagos, um projeto-piloto incentiva os residentes a separarem os seus resíduos, recompensando os esforços com créditos trocáveis ​​por produtos locais. Este modelo inovador estimula a participação dos cidadãos e contribui para a criação de uma economia circular local dinâmica.
#conservação
#ambiente
#Ecologia
Font:https://vivafrik. e OambienteGb.

sexta-feira, 16 de agosto de 2024

Conselho Internacional da FiTI retira o Senegal da Iniciativa de Transparência da Pesca.

O governo do Senegal perdeu o primeiro dos dois prazos estabelecidos pelo Conselho Internacional da FiTI para demonstrar o compromisso do Senegal em implementar o Padrão FiTI.

Como resultado, o Conselho Internacional da FiTI – o órgão de supervisão global da iniciativa – revogou o status do Senegal como um país comprometido, citando a falta de progresso na finalização das etapas obrigatórias de inscrição.

Anteriormente, o Conselho Internacional da FiTI enviou uma carta ao governo senegalês em 5 de julho, tentando encontrar um meio que permitisse ao Senegal permanecer na FiTI.

O Conselho considerou a mudança de governo e reconheceu que a nova administração tomou medidas encorajadoras em direção à transparência das pescas nos últimos meses (como a publicação de uma lista de embarcações autorizadas a pescar em águas sob jurisdição senegalesa).

Com base em uma decisão tomada em Julho FiTI determinou que o governo do Senegal precisava:

  • Nomear o Ministério Líder da FiTI e um Líder Nacional da FiTI e comunicar esta decisão por escrito ao Presidente da FiTI até 31 de julho de 2024, e
  • apresentar a sua candidatura completa por escrito (incluindo todos os documentos comprovativos) ao presidente da FiTI até 31 de dezembro de 2024.

A carta do Conselho deixou claro que perder qualquer um desses dois prazos resultaria na retirada imediata do Senegal da FiTI.

Senegal perde assim o estatudo de membro de FITI.

No entanto, a FiTI mantém a esperança de que o novo governo do Senegal trabalhe para estabelecer um ambiente propício de transparência e participação das partes interessadas no setor pesqueiro do Senegal, juntando-se novamente à FiTI.

fonte: FITI